terça-feira, 9 de junho de 2009

Quantas vezes me perdi no tempo e nesse meio tempo me encontrei?
Quantas vezes preciso me encontrar para perder muitas coisas que estão em mim sem mesmo desejá-las?
A maturidade,
O raciocínio,
O pragmatismo.
Dignas de uma vida adulta. Mas quem quer ser adulto?
Só as crianças!
Não imaginam elas que seres tão pequenos têm a capacidade de sentir e viver cada momento em sua plenitude.
O amor...
Algumas palavras não descrevem o que o amor significa,
Alguns erros sim.
Algumas pessoas não sabem o que é o amor,
Eu sei.
Talvez nem soubesse que sabia,
Mas sempre soube.
Não por arrogância minha, mas sei que não é um algo e sim um tudo onde o algo está presente.
Somente quem ama explica,
Não com palavras, com fatos.
As vontades nem são ditas, são executadas. Nem sempre...
Amor é controverso.
Paixão? Não sei. Sei do melhor, sei do certo.
Ora, quem diria que os poetas morreriam de amor?
Suicidar-se não é vencer a si, é derrotar-se por já ter sido derrotado.
O amor sufoca.
Comer já não é algo mais em favor do nosso corpo.
Amor é alimento.
Deus? Sem comentários. (Continua no seu lugar, o primeiro lugar. Afinal não é a Este que pedimos,rogamos, blasfemamos, desobedecemos...?)
Amar enlouquece.
Pedir? Mencionei pedir? Errei.
O amor confunde.
O impulso toma conta.
Amor é mandamento.
De que coisas tenho eu juízo? Amo a Quem? Loucamente? Não sei...
Sei que sou poeta e sabiamente, morrerei de amor algum dia.

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