domingo, 16 de novembro de 2014

Só para escrever poesias,
Para escrevê-las é que minhas mãos servem agora.
Talvez sem prelúdio vê-las
O que em parte levou tudo embora.
Por entre estes dedos,
Por entre meus desvelos,
Por entre meu ser falho.
Como dizer que perdi sem perder,
Se tudo isso em mim é forte?
Porém, Deus que tudo sabe me fará aguentar,
Melhorar, ou a morte.
(Em 24.07.2005)
Eu... Talvez com sentimentos pequenos Melhor seria romântica Sofri da vida a grande circunstância de poder dar e receber do amor, menos. E este poema que escrevo? A quem entregarei? Se a mim mesma neguei sofro agora como larvas em esterco. Ósculos frios, sombrios, sem vontade? Verdade. "Nego! Não foram os beijos - ele diz- Apenas meu interior preferiu sentir forte dor que atender seus desejos". (Em 01.09.2003)